Três candidatos ao governo do Maranhão e seus vices declaram não ter bens ao TSE

  • 11/08/2026
(Foto: Reprodução)
André Luís (Missão), Dimas Cassimiro (PCO) e Reginaldo Lima (PCB) não informaram patrimônio em seus registros de candidatura. Montagem g1 Três dos oito candidatos ao governo do Maranhão que registraram candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declararam não possuir bens à Justiça Eleitoral. André Luís (Missão), Dimas Cassimiro (PCO) e Reginaldo Lima (PCB) não informaram patrimônio em seus registros de candidatura. Os candidatos a vice nas três chapas — Cadu Aguiar (Missão), Charlieth Viana (PCO) e Bartolomeu Moreira (PCB), respectivamente — também declararam não possuir bens. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Para André Luís, Cadu Aguiar e Charlieth Viana, esta é a primeira disputa eleitoral. Reginaldo Lima e Bartolomeu Moreira concorrem a um cargo eletivo pela segunda vez. Já Dimas Cassimiro participa de uma eleição pela terceira vez. Reginaldo Lima disputou o cargo de vice-prefeito de Imperatriz pelo PCB em 2024. Naquele ano, diferentemente de 2026, declarou R$ 95 mil em bens à Justiça Eleitoral. O patrimônio informado incluía uma motocicleta avaliada em R$ 3 mil, dois terrenos, de R$ 37 mil e R$ 40 mil, e um carro avaliado em R$ 15 mil. Bartolomeu Moreira, candidato a vice na chapa de Reginaldo Lima, concorreu ao cargo de vereador em Cantanhede em 2020. Naquela eleição, ele também declarou não possuir bens. Dimas Cassimiro, por sua vez, foi candidato a deputado estadual em 2018 e a deputado federal em 2022, nas duas ocasiões pelo PCO. Em ambas as eleições, também declarou não possuir bens à Justiça Eleitoral. Agora no g1 Os oito candidatos ao governo do Maranhão já registraram as candidaturas no TSE, são eles: André Luís (Missão), Dimas Cassimiro (PCO), Eduardo Braide (PSD), Felipe Camarão (PT), Orleans Brandão (MDB), Reginaldo Lima (PCB), Roberto Rocha (PRTB) e Saulo Arcangeli (PSTU). Os pedidos de registro das candidaturas ainda serão analisados pela Justiça Eleitoral. O protocolo não significa que as candidaturas já tenham sido deferidas. Cabe à Justiça Eleitoral verificar a documentação, as condições de elegibilidade e eventuais contestações.

FONTE: https://g1.globo.com/ma/maranhao/eleicoes/2026/noticia/2026/08/11/candidatos-ao-governo-do-maranhao-e-seus-vices-declaram-nao-ter-bens-ao-tse.ghtml


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